Vários objetos esféricos brancos de diferentes tamanhos, com texturas variadas, suspendidos por fios em uma instalação moderna.

Pendular
RIO 2016

Chamei a obra de Pendular porque ela existia nesse estado de suspensão — entre o peso e a leveza, entre o caos e a harmonia, entre o jogo e a contemplação. A instalação converteu o vazio do espaço em respiração, e a multiplicidade dos esportes em unidade poética. Durante os Jogos, o trabalho tornou-se uma espécie de céu simbólico: o lugar onde todos os movimentos se encontram.

O hall do Comitê Rio 2016 era um espaço frio, feito de contêineres temporários. Fui convidado a transformá-lo — e quis fazer isso não com telas ou painéis, mas com ar e movimento. Criei um móbile monumental com mais de 300 bolas de diferentes modalidades, todas pintadas de branco e suspensas por cabos de aço, formando um campo flutuante de formas e sombras.

Instalação artística com várias bolas brancas suspensas no teto de um edifício, formando uma estrutura suspensa decorativa
Interior de um prédio com iluminação natural, decorado com várias luminárias brancas em formato de globos suspensos no teto, e pessoas conversando na área de entrada.
Instalação artística com diversas bolas brancas suspensas no teto, conectadas por fios finos.