o que resta
quando a ESTética encontra
o INSTINTO?
Talvez, apenas
o SENTIDO.

Retrato artístico de um homem com efeito de sobreposição de imagens, criando uma aparência de movimento ou duplicidade, usando roupas casuais e com cabelo e barba bem aparados.

O trabalho de Dan Medeiros habita a fronteira entre corpo, palavra e matéria — transformando gestos, lixo, fogo e tinta em rituais visuais sobre o humano e a cidade.

Sua prática é movida pelo desejo de ressignificar o banal e o efêmero, dando forma simbólica a tudo que é passageiro. Há um impulso antropológico em suas obras, uma busca por entender o humano a partir dos rastros que ele deixa: as frases, os ruídos, as marcas.

Dan escava o sensível urbano, misturando poesia visual, crítica social e reconstrução simbólica com a mesma intensidade de quem vive o território que cria.

Sua arte nasce da prática criativa, mas se expande para o campo emocional e político.
É uma obra que fala com o público comum e, ao mesmo tempo, com o pensamento contemporâneo.

Artista latino-americano e urbano, Dan investiga vaidade, consumo e pertencimento como reflexos do nosso tempo. Seu trabalho é, antes de tudo, um estudo sobre o que resta quando a estética encontra o instinto.

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